Eu tambem estou ansiosa pra escrever... mas eu estou no trimestre final aqui nos EUA, e isso soa como BE QUICK OR BE DEAD!!
Respirando fundo... vamos lá.
De longe, essa foi das conferências mais legais que eu já fui. Engraçado é que ultimamente as melhores conferências que eu tenho ido são as gratuitas. Ano passado eu tinha ido pro Seminário do Merleau-Ponty com o Thiago e o Samuel de carro em Curitiba. Agora foi essa Mind, Brain, and Culture em Atlanta. Onde fiz grandes amigos: Alex, Amber, Craig, Daniel e Michelle. (momento reflexivo: hm, será que eu só acho que conferência presta quando estou no meio de filósofos? Sempre achei que estava na profissão errada... será que acabo de ter um insight? Oh!!!!) heuaheuaea (nah, eu estou mais pra autora de livro de auto-ajuda do que pra filósofa... vamo combiná!)
Tudo começou assim: uma van super bacanona, alugada. O Daniel de nosso motorista. Nos encontramos no estacionamento do IST na quarta, aqui era feriado (Veteran's day).
Na foto: eu, o Dan, o Craig, a Amber, a Alex e a Michelle. Atrás, a van, Chrysler, super tri mega ultra espaçosa. :D E esse é o estacionamento do IST/UCF.A viagem era longa: levamos 8h de viagem para chegar em Atlanta. Choveu no caminho. E parávamos bastante, pois as três meninas (exceto eu) fumavam.
Na fronteira da Florida com a Georgia, paramos para abastecer/xixi/fumar e provamos o Peach Cider, uma espécie de liquor de pêssego servido numa garrafa de plástico tipo aquelas Caninha 7 Campos de Piracicaba e o diabo envasado. heuaheuaea
Algumas fotos desse lugar totalmente Sul dos EUA:
Esse Hamburger gigante ae?
Tendinha vendendo laranjas a 1$.
Internet e Liquor. hehe E a chuva!
Alex e Amber depois de fumar...A Amber é estudande de Psicologia e a conferência para ela era bem importante para fazer contato com os professores para a pós-graduação (aqui chamada de Graduation). Segundo ela, a psico é bem concorrida aqui (que novidade?!) então o contato prévio com seus futuros orientadores em potencial é crucial para conseguir uma vaga de pós.
A Alex é uma guria muito louca, ainda tá na "undergraduation", mas manja muito de tudo um pouco.. hehe.. já passou pela Literatura, pela Filosogia, tá nas Cognitive Sciences e pensa em ir pro Direito... uffa...
Os guris são filósofos, e a Michelle é da inteligência artificial. Ela foi minha roommate e era meio fechadona.. e eu, o oposto dela, tri no espírito "circo-foi-embora-e-a-palhaça-ficou", como diz o meu pai! Hehe.. eu curto ser assim, Ok? :D
O meio do caminho, adivinhe onde era? Tifton! Todo mundo no carro se arriando em mim porque eu conhecia Tifton:

Mas todo mundo se arriando e ninguém percebeu que a estrada estava em obras e deveríamos reduzir a velocidade... quando o Dan, nosso motora viu, já era tarde demais: luzes da polícia atrás dele. E deu no que deu:
O Dan foi multado por excesso de velocidade. :( A Alex maluca tirou essa foto. Poderíamos ser presos por causa da foto. Mas eu estava rindo. O Craig (alemão) estava morrendo de medo, e não se mexia no banco! A Amber passou o celular dela pra trás pra Alex tirar uma foto pra ela também! heuaheuahea
Aqui vocês podem ler na Placa TIFT 16, pra verem como eu nao to mentindo, o Sherife era de Tifton mesmo! heuaheuaeaE a Alex cantando I shot the Sheriff? heuaheuaea
Chegamos em Atlanta já de noite, chovia e fazia frio. Fomos comer em algum lugar legal. O Dan tem super táticas de catar locais pra comer na internet. Sempre foi ele que achou as indicações da viagem e comemos todos os dias muito bem e muuuuuito. hehehe
Na primeira noite, fomos jantar comida "indiana" num restaurante de Bangladeshi chamado Panahar.
E cada um gastou apenas 13$, como é possível isso?! Muuuuito bom. Comida da melhor qualidade mesmo!
O pessoal perdido nos corredores do hotel procurando os quartos na volta.Mas o dia amanheceu super bonito, com sol e céu azul. As meninas do quarto 2, a Amber e a Alex, acordaram tarde e fomos tomar café da manhã noutro lugar porque perdemos o café do hotel (o hotel, aliás, não era bem aquele do link! heuaheuae... Digo, era o mesmo, mas ficamos num bloco anexo, bem mais simplão, junto àquele bonito, mas era visivelmente mais barato! heuaheua..). E não tinha wireless. :P

Mais foi tri que as gurias acabaram fazendo a gente perder o café. Porque acabamos indo comer no Rise-n-Dine da foto, o local com o café mais tri e mais barato de Atlanta! Bem pertinho da Emory University.
Um senhor tomando café ao lado do Rise-n-Dine, na embaixada americana, digo, na Starbucks. hohoh
Craig, eu e a Alex tomando café (com catchup).
Amber, Dan e Michelle, fazendo propaganda pro nescafé. "Por que não agora?"
E, enfim, uma foto do meu super cafe!! hmmm Double eggs, fried tomatoes, e tudo mais que se tem direito! (viu mãe? Tô comendo direitinho...)

Mais foi tri que as gurias acabaram fazendo a gente perder o café. Porque acabamos indo comer no Rise-n-Dine da foto, o local com o café mais tri e mais barato de Atlanta! Bem pertinho da Emory University.
Um senhor tomando café ao lado do Rise-n-Dine, na embaixada americana, digo, na Starbucks. hohoh
Craig, eu e a Alex tomando café (com catchup).
Amber, Dan e Michelle, fazendo propaganda pro nescafé. "Por que não agora?"
E, enfim, uma foto do meu super cafe!! hmmm Double eggs, fried tomatoes, e tudo mais que se tem direito! (viu mãe? Tô comendo direitinho...)Ae a conferência de abertura foi do Matt Ridley. Chegamos em cima da hora e estava lotaaaado o local de conferências do Museu Michael C. Carlos, da Emory University. Essa conferência me fez entender o velho dilema nurture x nature. Quem determina os genes é a cultura, just so now you know! :D
De tarde, depois da conferência de abertura, começou o ciclo de sessões com três professores. Conforme o nome da conferência, cada um dos ciclos tinha um tema. Na quinta teve o "Cérebro", na sexta de manhã "Mente" e de tarde "Cultura": Brain, Mind and Culture, huh? :D (I'm such a genious!)
De tarde, depois da conferência de abertura, começou o ciclo de sessões com três professores. Conforme o nome da conferência, cada um dos ciclos tinha um tema. Na quinta teve o "Cérebro", na sexta de manhã "Mente" e de tarde "Cultura": Brain, Mind and Culture, huh? :D (I'm such a genious!)
Aqui segue uma foto da conferência da quinta, com o Kim Wallen (de pé), o Jim Rilling (que pra mim foi o melhor... demonstrando as diferenças do cérebro humano e dos chimpanzés e macacos, em relação à linguagem), e o Todd Preuss.
Mas o cara é chato porque na sexta, na festa final da conferência, no hotel chiquezão, o cara sentou na nossa mesa e começou a fazer perguntinhas como se fosse nosso professor, sabe? Tipo "eu não pude comparecer à conferência hoje pela manhã, vocês podem resumir como foi para mim?". Acrescentem a essa pergunta inconveniente um sotaque britânico de contos-de-fadas infantis. MUITO MALA. Fora que as colocações que ele fez pra Debra Liebermann, conferencista da sexta de manhã, totalmente fora da casinha, ficava dizendo pra ela que ela estava fazendo uma pergunta empírica e não teórica pro Joe Henrich, quando nem haviam lhe pedido sua opinião... ufff.. e fora também que ele parecia que nos queria vender Oxford, queria que fôssemos pra lá. Just shut up!
hehehe
Umas fotos da Emory University, pra não deixar o blog se contagiar pela chatisse desse britânico:
Quinta de noite fomos fazer um city tour pelo centro de Atlanta. Mas antes, jantamos na Universidade. Onde o Daniel achou esse cartaz anunciando uma festa brasileira (com rumba? Aham, altamente brasileira, como podem perceber! heuaheua):

O centrão de Atlanta de noite é bem tri. A volta no centro de Altanta rendeu... ela segue aquela cidadezona com ar de veterana que já sediou olimpíadas, igual a quando eu a visitei em 1998... e respondendo pra Vanessinha: não, dessa vez não comprei nenhuma guitarra em Atlanta... heauheaue.a.. mas comprei um Vynil do MUSE!!! \o/ Numa loja mui loca! :D
Alright. Mas a Alex, que é uma menina que gosta de meninas, queria por que queria ir a um bar gay. Ficou catando no iPhone um. Dae achou! (pro nosso desespero - o resto era tudo hetero e comprometido)... Mas a gente é amigo dela, e não íamos deixá-la sozinha. Ela estava realmente determinada. Então nos fez caminhar tipo 40minutos pelo centro pra achar o tal bar. Quando chegamos lá, era noite de karaoke e tava vazio! Tadinha, ficou tri frustrada. Sentamos numa mesa e esperamos os dois guris voltarem a pé mais 40min pra pegar a van e nos buscar - porque a gente estava com sapatos que não aguentariam mais 40min de caminhada de volta.
Então eu tava lá, no bar gay, sentada com os pés em bolha e aquela roupa de conferência e um LP do Muse debaixo do braço. Mas tudo bem. A Amber puxou seu computador e começou a estudar no bar! heuaheuaheua
E eu fiquei admirando a juke box. A Michelle e a Alex encheram a cara de tequila. E os guris chegaram e a gente foi embora, com aquele ânimo de fim-de-festa quando nem rolou festa na real! heuaheuaea
Na sexta, como já disse, encerrou com uma janta em grande estilo no hotel da conferência, com direito a vinho gratuito, massas e chocolates... muito bom! Foi tri para fazer contatos..
Uma foto que eu tirei discretamente de uma das mesas de aperitivos do jantar final da conferência (BOCA LIVREEE!!) heheA Amber felizmente conseguiu falar com o profe que ela queria. E a gente também teve que aturar uma psicóloga bêbada chamada Susan, que era de Chattnooouga, uma cidade na divisa da Georgia com o Tenessee. Segundo ela, quando a gente quiser roubar um carro, devemos ir para Chattnoooooouga (ler isso com o sotaque de Aléna (Atlanta)), pois lá é o entroncamento de importantes estradas e a polícia nunca nos pegará. Valeu, Susan! Vou lembrar disso quando eu roubar meu próximo carro!
Ah, só pra lembrar, em Aléna (Atlanta), meu nome não é "Aménda", é Aména. Ok?
:P
Fora isso, quando ela soube que eu era brasileira me contou que já teve duas babás brasileiras pros seus filhos. E uma delas chegou nos EUA com a ideia fixa de arranjar um marido americano. E assim o fez, conseguiu essa façanha em 3 meses e nunca mais voltou pro Brasil. Dae eu perguntei se a outra brasileira havia voltado pro país, e ela disse que sim. Então eu a atualizei nas estatísticas, dizendo que agora ela conhecia TRES brasileiras, e, de acordo com as contas, apenas 33,3% das brasileiras vem pra cá pra arrumar marido. Porque eu e a outra certamente voltaremos para o Brasil "sãs e salvas", Ok? heuaheuaheuaea pah... deusmelivreeguarde... jesuispregadonacruiz! :P
Anyways... na volta, mais 7h de viagem... nenhuma multa dessa vez... saímos de Atlanta 8h da manhã, chegamos aqui na UCF e a empresa que alugava carros já estava fechada, por isso a nossa cara de tristes (ou banda de Heavy Metal, segundo a Clarisse):
Sobrou pro Dan e a Alex irem até o aeroporto entregar o carro. :(
Mas enfim.. gastei 25$ de gasolina nessa viagem, e isto foi tudo! Isn't it cool?
E fiz estes cinco grandes amigos da foto. Agora a gente tem um grupo no Facebook chamado The Dynamical Six (porque o Craig só falava de dynamical systems na viagem toda!)... e eu estou feliz porque esse pessoal agora faz parte da minha vida também!
Abraços! E viva o CSSA e o Steve que nos patrocinou tudo isso!! :D















2 comentários:
Viu so!!! a banda tem ate nome!!!! hahahahahah
Puuts! Quer dizer então que eu não vou conseguir transformar o meu colega em humano? Não aguento mais as macaquices dele... :-P
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